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Summary: A natureza do homem e seus valores. A luta contra o pecado.

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A NATUREZA DO HOMEM

Como é a natureza do homem? Afinal, o homem é mortal ou imortal?

Quando estudamos cuidadosamente as Escrituras, encontramos a revelação de que Deus criou o homem para conferir-lhe imortalidade, ou, em outras palavras, para viver eternamente. Mas este bem ser-lhe-ia dado após um tempo de prova.

Como ser moral livre, isto é: dotado de livre, arbítrio, devia o homem demonstrar primeiro a disposição de obedecer ao seu Criador, de viver em harmonia com os santos princípios do governo divino. A imortalidade era pois condicional.

Narrando os atos de Deus na criação do homem, o autor sagrado diz: “Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.” E lhe deu esta ordem: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque no dia em que dela comeres certamente morrerás”. Gênesis 2:15 a 17.

Notemos: no dia em que comeres do fruto desta árvore morrerás. O fato de que o Criador alertou nossos primeiros pais sobre a morte revela que eles não eram imortais. Obedecer a Deus naquele ponto - uma pequena exigência - era pois o ponto de prova. Adão e Eva não obedeceram e ficaram sujeitos à morte, mal que passou a todos nós, seus descendentes.

O que o autor sagrado relata sobre a criação do homem confirma o que estamos dizendo. Lemos em Gênesis 2:7 -“Então formou o Senhor ao homem do pó da terra, e lhe soprou nas narinas o fôlego da vida, e o homem passou a ser alma vivente”. Como vemos, Deus empregou dois elementos: o pó da terra e o fôlego da vida. Ambos foram necessários para que o homem existisse. Podemos imaginar o corpo de Adão formado pelas mãos divinas: perfeito em cada detalhe.

Os órgãos internos e o cérebro, todos prontos para funcionar. Mas faltava vida. Então Deus soprou nas narinas do homem “o fôlego da vida”. E o resultado da união do corpo com o fôlego da vida foi, diz o texto, que “o homem passou a ser alma vivente”. A tradução brasileira diz: “...e o homem tornou-se um ser vivente”. a união do corpo com o fôlego da vida é que resultou numa alma, ou ser vivente. Assim, a alma vivente inclui o corpo.

Várias vezes o Sagrado Livro refere-se ao homem como mortal. No livro de Jó lemos: “Seria porventura o mortal justo diante de Deus?” Capítulo 4:17. O salmista escreveu: “... saibam as nações que não passam de mortais”. Salmo 9:20.. A única vez que a palavra imortal é usada nas Escrituras é em referência a Deus. Se somente Deus possui imortalidade, segue-se que nós homens não a possuímos. Somos mortais.

No original hebraico o Antigo Testamento emprega a palavra nephesh (alma, ser vivente) 752 vezes, e a palavra ruach (espírito), 400 vezes. No original grego o Novo Testamento emprega a palavra pneuma (espírito) 385 vezes, a palavra pshuche (alma, ser vivente), 105 vezes, ou um total, para as quatro palavras, de 1642.

Em todos esses casos nenhuma dessas palavras é acompanhada da expressão imortal. Isso seria estranho se de fato a alma, ou o espírito fosse imortal.


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Gordon A Ward Jr

commented on Mar 3, 2013

I like this a lot...I am dismayed to see that all sermons cannot be shared with ENGLISH speaking persons wishing to share with their congregations!! Can we ask for translations also in print? Adventist54@yahoo.com.....thankyou

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