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Summary: Algumas pessoas tomaram a seguinte decisão na vida: Não vou crer! Essa decisão foi tomada de antemão. Contudo tais pessoas precisam justificar tal postura. Elas precisam de razões para apoiar sua incredulidade, sua dureza no coração e sua cegueira.

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RAZÕES PARA NÃO CRER

Jo 9:13-35

Introdução:

Algumas pessoas em sua busca da verdade fazem alguns questionamentos para que venham a crer e confessar que Jesus é o Senhor.

Podemos até mesmo esperar uma certa resistência humana a crer. Quando esses questionamentos são sinceros e honestos eu vejo alguns benefícios:

(1) Evitam decisões impensadas e precipitadas. Fazem com que venhamos a tomar uma decisão madura e leva-nos a crer de uma maneira inteligente.

(2) Evita que pessoas venha a crer em tolices, mitos e crendices. Crer também é pensar.

No entanto algumas pessoas também tomaram a seguinte decisão na vida: Não vou crer! Não vou me converter jamais! Nada fará com que eu me arrependa dos meus pecados e converta ao Senhor Jesus! Essa decisão foi tomada de antemão. [a priori]. Contudo tais pessoas precisam justificar tal postura. Elas precisam de razões para apoiar sua incredulidade, sua dureza no coração e sua cegueira. É exatamente isto que ocorre nesta cena.

A notícia de que um cego foi curado se espalhara pela vizinhança que levaram o caso para os fariseus [religiosos] que a partir da iniciaram uma espécie de CPI do Cego para que possam justificar sua incredulidade, sua dureza e cegueira espiritual. Essa investigação nos proporciona uma excelente amostragem daquilo que os homens colocam como razão para não crer. No processo de investigação os religiosos expuseram o fundamento de sua incredulidade, e suas razões não são razões apenas pessoais, são razões inerentes a qualquer um quer resolva não crer. As pessoas não crêem por causa das...

I. TRADIÇÕES RELIGIOSAS [13-17]

Os fariseus eram pessoas escravas do religiosismo, oponentes de Jesus ao mesmo tempo vistas por muitos como autoridade perante a sociedade.

O que levanta questionamento é isto: Jesus realizara uma cura no Sábado. Não que o ato de cura infligisse a lei do Sábado, numa outra ocasião, que também trouxe celeuma, Jesus mandara um ex-aleijado carregar algo pesado num sábado agora a questão é porque Jesus fizera um trabalho proibido: era proibido pela lei tradicional amassar pão ou algo parecido, o que Jesus exatamente fez!

Nesta CPI eles convocam a principal testemunha, o ex-cego. Então surgem duas conclusões (v.16): Um homem que quebra a lei do sábado não é de Deus. O outro é que “qualquer pessoa que cura um cego é de Deus” [ver. Dt 13:1-5 – mesmo fazendo sinais e prodígios mas afastando as pessoas de Deus]. Conclusão: Jesus é de Deus! Os dois grupos defensores de dois pontos de vistas passam a discutir!

Então perguntaram ao ex-cego [não era autoridade, fora a principal, terceira opinião diante do impasse] (v.17) que por sua vez afirmou: Ele é um profeta!

Ils. Minha mãe! Desde de pequenina instruída numa visão idolatra. Vinda do interior, a mente acostumada...

Aplicação: As tradições religiosas são um empecilho, uma razão para as pessoas não converterem! Muitas pessoas tomaram previamente a decisão: Nasci nesta crença vou morrer nesta crença. Nunca pararam para avaliarem honestamente suas crenças, não sabem mesmo justificar: Por que isto ocorre? O porque as coisas são assim? Há base bíblica para este ato? Ils. Meu irmão. Eu fiz minha obrigação! Religioso e mundano!


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